Quem sou eu

Nome: Maluia Kelemi
Idade: 25 anos
Local: Vivo na ilha de Maui, no Hawaii.

Neste blog vou colocar algumas coisas sobre a ilha, surfe, Havaí, curiosidades, entre outros. Seja BEM-VINDO!


Publicidade:


Maui em Porto Alegre?


Orkut: Me adicione!

maluia_orkut.gif

Archive for fevereiro, 2008

fevereiro 27th, 2008

Pearl Harbor

pearl-harbor-uss-virginia.jpgO ataque a Pearl Harbor foi uma operação aeronaval de ataque à base norte-americana de Pearl Harbor, efetuada pela Marinha Imperial Japonesa na manhã de 7 de Dezembro de 1941.

O ataque em Pearl Harbor, na ilha de Oahu, Havaí, foi executado sem prévio aviso contra a frota do Pacífico da Marinha dos Estados Unidos da América e as suas forças de defesas, o corpo aéreo do Exército estadunidense, e a força aérea da Marinha.

O ataque danificou ou destruiu 11 navios, 188 aviões, e matou 2403 militares estadunidenses e 68 civis. Contudo, os três porta-aviões da frota do Pacífico não se encontravam no porto, pelo que não foram danificados, tal como os depósitos de combustível e outras instalações. Utilizando estes recursos a Marinha foi capaz de, em seis meses a um ano, reconstruir a frota.

O ataque marcou a entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial e o início da Guerra do Pacífico , ficando conhecido como Bombardeamento de Pearl Harbor e Batalha de Pearl Harbor, mas o nome mais comum é Ataque a Pearl Harbor ou simplesmente Pearl Harbor.

Fotos do ataque em 1941 em Oahu

pearl-harbor-uss-virginia1.jpg pearl-harbor-uss-shaw.jpg

Fotos atuais de Oahu

oahu.jpg oahu2.jpg

Fonte:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ataque_a_Pearl_Harbor
www.google.com.br
http://www.flickr.com/photos/christopherdale/34037301/
http://www.flickr.com/photos/51268217@N00/149686134/in/set-72057594136882772/

fevereiro 25th, 2008

Engenheiros do Hawaii

Engenheiros do Hawaii é uma banda brasileira de rock, formada na cidade de Porto Alegre, em 1985, que alcançou grande popularidade com suas canções irônicas e críticas. O vocalista Humberto Gessinger é o único integrante original a permanecer no grupo até hoje.

Quatro estudantes da Faculdade de Arquitetura da UFRGS - Humberto Gessinger (vocal e guitarra), Carlos Maltz (bateria), Marcelo Pitz (baixo) e Carlos Stein (guitarra) - resolveram formar uma banda apenas para uma apresentação em um festival da faculdade, que aconteceria por protesto à paralisação de aulas. Escolheram o nome Engenheiros do Hawaii para satirizar os estudantes de engenharia que andavam com bermudas de surfista, com quem tinham uma certa rixa.

engenheiros_021.jpg

fevereiro 21st, 2008

Lilo & Stitch - O Desenho do Havaí

Lilo e Stitch é um desenho animado da Walt Disney, em que Lilo é uma menininha havaiana órfã de pai e mãe e que vive com a irmã, que encontra Stitch, um pequeno “monstrinho”. Juntos e com as crenças “Ohana” e “Aloha” de Lilo, conseguem que Stitch passe a viver na Terra e encontre uma família.

aloha.jpg

Figura retirada do site http://www.disney.com

fevereiro 20th, 2008

Pe. Damião de Molokai

Enviado padez2001-f27.jpgra o Havaí, Damião deixa o porto de Brema, na Alemanha, em 1863. Distribui seu retrato aos familiares, sabendo que nunca mais iria revê-los, e carrega consigo somente um pequeno crucifixo, único companheiro de sua vida missionária. A entrega total de sua vida a Deus e à causa missionária começa já neste momento da saída definitiva, para não voltar mais. A missão é sempre um caminho sem retorno. Arrebatado pelo amor de Jesus, o missionário vive completamente pelo Reino. Quando, em 1873, o bispo Maigret convoca os missionários e revela sua preocupação e dor pela situação de miséria e abandono em que se encontravam os leprosos na ilha de Molokai, Damião se oferece, como o primeiro, a pisar naquela ilha “maldita”. A lepra, naquele tempo, era um verdadeiro terror para todos.

Quem se contagiasse deixava de fazer parte da sociedade civil e era totalmente segregado. Os leprosos daquela área eram obrigados a procurar Molokai e viver como animais, até a morte. Damião chega à ilha no dia 10 de maio de 1873. Um grande grupo de leprosos aproxima-se e ele não hesita em apertar a mão de cada um. Bem cedo, torna-se a única esperança daqueles pobres. Ama-os e identifica-se com eles. Começa sempre seus discursos com as palavras: “nós, leprosos”. Ainda não sabe que, mais tarde, isso será realidade também para ele. Ajuda a organizar a comunidade dos leprosos e a garantir-lhes uma dignidade.

Esta completa dedicação faz-se amor sem limites. Compartilhando a vida dos excluídos, luta para que não vivam como animais. A dedicação faz o missionário solidário. Morre leproso e abandonado com seus amigos leprosos.

MolokaiA vida de Damião de Molokai revela algo de fundamental para o caminho da missão: o amor a Jesus Cristo traduz-se numa vida doada e oferecida aos mais pobres e excluídos, sem reservas e até às últimas conseqüências. Não se pode reter uma parte de si mesmo. Não pode ser oferecido algo de supérfluo. A missão é um projeto de vida doada para sempre e em toda sua radicalidade. A fonte para tal heroísmo pode ser expressada com estes termos: a vida adquire seu maior significado e tem valor de imortalidade, quando é doada aos pobres, sem reservas, por amor a Jesus e ao seu Reino.

A figura de pe. Damião de Molokai é tão significativa na história missionária e na vida do povo do Havaí que, quando se tratou de indicar um símbolo do novo Estado que estava se formando, sua pessoa foi lembrada. Em 1965, o Estado das ilhas do Havaí, tornando-se o qüinquagésimo Estado da Federação norte-americana, escolhe ser representado pela imagem de Damião de Molokai no Statuary Hall do Capitólio de Washington.

molokai.jpg

 

O Molokai (seu nome oficial é Moloka‘i) é a quinta maior ilha das Havaí, possuindo uma área de 673.4 km². O monte Kamakou é o ponto mais alto da ilha, com seus 1.515 metros de altura. É parte do estado norte-americano de Havaí.

 

 

Fontes: wikipédia e www.pime.org.br/mundoemissao/espiritdamiao.htm
Fotos:www.flickr.com/photos/51268217@N00

fevereiro 18th, 2008

Hawaii - Mergulhos entre lavas e aviões.

A capital do surf também é a capital do mergulho. As águas azul-turquesas escondem bancadas de corais, cavernas feitas de lavas de vulcões e uma rica vida marinha, com raias, tartarugas, baleias e tubarões.

O Hawaii é uma terra mágica que contagia não só os turistas que o visitam pela primeira vez, mas também aqueles que sempre retornam radiantes para rever tanta beleza. Há muito o que se ver, tanto embaixo d’água quanto em cima dela. Os mergulhadores se impressionam ao avistar, logo do avião, as bancadas de corais que se estendem ao redor das ilhas, banhadas por águas azul-turquesas. Do alto, também se nota a imponência e diversidade de suas montanhas, vales, vulcões, cachoeiras, cidades e até desertos que se espalham pelo arquipélago. É muito fácil se apaixonar pelo Hawaii. Localizado a 2800 km da costa da Califórnia, nos EUA e a 3200 km do Japão, o arquipélago havaiano é composto por 132 Ilhas, sendo 8 as principais: Kauai, Niihau, Oahu, Kahoolawe, Molokai, Maui, Lanai e Hawaii, conhecida como Big Island.

A primeira parada dos turistas que chegam ao Hawaii vindo do continente e a Ilha de Oahu, com um milhão de habitantes, sendo que a maioria reside em Honolulu, capital do estado. Embora dê para percorrer toda ilha em menos de três horas, há muito o que se ver, e um dia não é suficiente para desvendá-la. Há muitos pontos de mergulho que merecem ser visitados e, por isso, reserve de 3 a 5 dias para conhecê-los: saindo de Waikiki e seguindo pela Freeway H1 até a H2 em direção ao norte da ilha, o famoso North Shore, pode-se chegar às praias com as ondas mais famosas do mundo. O paraíso dos surfistas no inverno (dezembro a fevereiro) esconde embaixo daquelas ondas de até 30 metros de altura, preciosidades que somente os mergulhadores conhecem.

Da cidade de Haleiwa pode-se sair de barco para mergulhos como Haleiwa Wall, um paredão logo na entrada do canal onde mergulha-se. Pelo caminho, uma grande variedade de moréias, corcorócas, peixes papagaios e borboletas. Mais 10 minutos de barco chega-se a Alligator Rock, onde túneis de lava e arcos servem de lar para tartarugas e muitas moréias. Seguindo de carro pelo North Shore atingimos Waimea Bay, berço das gigantescas ondas de inverno e um dos lugares preferidos dos snorkelers no verão, que buscam suas calmas e claras águas para relaxar. Um pouco mais adiante encontramos Sharks Cove, um mergulho de praia entre uma grande quantidade de arcos e tubos de lava. Contradizendo o nome, a área não é habitada por tubarões e é excelente para mergulho livre e autônomo.

Ulua Cave é um grande túnel de lava onde anêmonas e muitos crustáceos enfeitam suas paredes. Neste ponto também pode se avistar o tubarão galha-branca que por lá procura repouso. Mergulho imperdível é o famoso naufrágio Mahi, onde um antigo detetor de minas da 2ª Guerra Mundial é cenário para cardumes de raias e inúmeros cardumes de ídolos-mouros e borboletas. No South Shore fica Waikiki, o bairro mais famoso de Honolulu, com a praia de mesmo nome. Conhecido dos brasileiros por causa da série de TV do detetive Magnum, que desvendava seus crimes entre os hotéis e mansões das proximidades. Waikiki também é o bairro com a maior concentração étnica do Hawaii, com faces de todos os cantos do mundo e uma grande predominância oriental.

As condições de mergulho desse lado da ilha são boas o ano todo, e em apenas 10 a 15 minutos de barco pode-se conhecer mergulhos como Pearl Harbor Wall , a famosa base naval atacada pelos japoneses na 2ª Guerra Mundial. Alguns locais são proibidos para os mergulhadores devido aos destroços fazerem parte do Arizona Memorial. Porém, os mergulhos por ali ficam restritos à entrada do canal onde tartarugas de grande porte saúdam os visitantes. Há ainda, nessa região, mergulho para os turistas que não querem se molhar, mas ver de perto naufrágios e seres marinhos. Para isso, embarcam no submarino Atlantis, e passeiam por entre dois naufrágios afundados lado a lado, o YO 257 & St. Peters. Os passageiros acenam para aqueles que resolveram se molhar e ver de perto moréias, tartarugas e cardumes de peixes tropicais que fizeram das estruturas seus lares. Um mergulho imperdível!!!

Mais ao leste de Diamond Head, um vulcão que está dormindo há 10.000 anos, e que os turistas podem percorrer sua parte interna, se encontra Maunalua Bay. Uma baía cinematográfica com dúzias de pontos de mergulho interessantes e infra-estrutura de casas, shopping centers e restaurantes ao redor de uma marina. Saindo de barco da marina para o extremo oeste da baía encontramos Kahala Barge, naufrágio de uma balsa que recebe constante visita de moréias, golfinhos e tubarões para divertir os mergulhadores.

Outro ponto interessante é Koko Craters, com corais e muitas tartarugas. Outro naufrágio com cardumes de peixes é o Corsair, um avião da Segunda Guerra que, ironicamente, caiu por falta de combustível há 50 anos. Há muito o que se ver na região. Sea Cave pode ser a próxima descida: uma grande caverna, com tubarões ocasionais e polvos. Mas é Hanauma Bay que encanta os turistas que desejam apenas tomar sol ou fazer mergulho livre com snorkel e máscara. Há muitos peixes coloridos no raso que, acostumados com a presença humana, não se afastam espantados. Para quem quiser mergulhar mais fundo, há uma grande variedade de corais e cardumes com uma boa quantidade de peixes tropicais.

Mas Oahu não possui apenas praia, sol e mergulhos. Não se pode ir embora do Hawaii sem ao menos ter ido a um luau à noite. Destacam-se o Polinesean Cultural Center, no lado Norte, e Paradise Cove, no Oeste, com seus Shows de Hula e comidas típicas como o Kailua Pig (porco assado em folhas de bananeira enterradas na areia com carvão). Não deixe de visitar o Aloha Tower com suas lojas, restaurantes e o Moana Shopping Center (o maior do Pacífico). Para quem está em busca de mais natureza e emoção, Oahu esconde maravilhosas trilhas e cachoeiras tais como Manoa Falls, no sul, e Sacred Falls, no norte da ilha. Passeios de catamarãns, cruzeiros no pôr-do-sol, aulas de surf a até pára-quedismo são atividades oferecidas aos turistas para completar a memória daqueles que vêm em busca de belos mergulhos no paraíso e de seu espírito Aloha.

277626891_1b1f93ca09-copy.jpg

Texto retirado do site: http://www.seawaynet.com.br/turismo_brasil_materia.asp?id=80

 

fevereiro 12th, 2008

Haleakala - O Vulcão de Maui

Os 3.055 m do Haleakala, um enorme vulcão adormecido que fica no centro de Maui, podem ser vistos praticamente de toda a ilha.

A montanha revela, a quem chega perto, sua paisagem lunar, com crateras e depressões, criadas por sucessivas erupções. Ali, a Nasa treina seus astronautas como se estivessem na Lua.

No pico, um centro de observação da crosta terrestre cria um clima de ficção científica.

De madrugada, turistas chegam para ver o nascer do sol refletido nas nuvens. De manhã, aventureiros caminham no interior da cratera ou pedalam uma magrela até o nível do mar.

vulcao.jpg

Texto retirado do site: http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/americadonorte/estados_unidos-havai-vulcao.shtml

fevereiro 8th, 2008

Renato Galvão busca elite mundial

Renato GalvãoO arquipélago de Fernando de Noronha (PE) recebe, a partir do dia 12 de fevereiro, a primeira etapa brasileira do WQS, que classificará 15 surfistas para o ASP World Championship Tour (WCT) do próximo ano. De nível 5 estrelas, diversos atletas irão disputar os 110 mil dólares de premiação nas ondas tubulares da Cacimba do Padre, além de valiosos pontos no ranking. Entre eles está Renato Galvão que chega motivado com os resultados conquistados no ano que passou.


“Vou retomar a minha caminhada no WQS para lutar por uma vaga no WCT”, planeja o atleta de Ubatuba, litoral norte de São Paulo, que em 2007 teve um desempenho inédito no surf
brasileiro. Nos três principais campeonatos do país, Galvão terminou o ano no topo, tornando-se bicampeão no Super Surf, Brasil Tour e Paulista Pro. “Foi um ano abençoado e espero que 2008 continue assim”, almeja o surfista que completará 26 anos no dia 11 deste mês.

Entre as suas conquistas está o ingresso na equipe de atletas da marca brasileira South to South. “A parceria com a South é alucinante. É uma empresa muito legal que me identifico bastante”, reconhece o atleta. Sua admissão ocorreu no último mês de junho, assim que venceu a primeira etapa do Paulista Pro. “Quando entrei, minha proposta era a de vestir a camisa da marca e fazer o possível para representar bem, realizar um bom trabalho. Graças a Deus, retribui esse investimento com três títulos”, comemora.

Além das etapas do WQS, Galvão continuará disputando o circuito nacional. “Vou correr o Super Surf também, já que não conflita com o WQS”. Somado ao treino nas ondas de Ubatuba, o surfista conta com equipamentos de ponta. “As pranchas são um dos itens mais importantes para um atleta. Ter um bom equipamento ajuda na performance e na evolução. E a parceria com a HIC (Hawaiian Island Creations) chegou em uma hora excelente, num momento em que eu estava sem prancha boa”.

A relação com o shaper Eric Arakawa já lhe rendeu bons frutos. “O primeiro quiver foi de quatro pranchas. Eu nunca tinha encomendado nada com eles e já recebi uma prancha mágica. Foi com ela que ganhei a última etapa do Super Surf, no Rio de Janeiro”, comenta o atleta referindo-se ao modelo Element, de tamanho seis pés. “Todas as pranchas que peguei são excelentes e acredito que essa parceria tem muito que crescer. Agora, estou mais sossegado, surfando com material de ponta. O Eric Arakawa foi considerado um dos melhores shapers do mundo”.

Em casa – Renato Galvão nasceu na cidade de Ubatuba. Cercado de boas ondas e de bons atletas, ele teve ótimas referências dentro d’água que contribuíram na sua formação como surfista. Entre os que serviram de espelho está um ex-integrante da elite mundial. “Ubatuba sempre teve surfistas bons. Por ser uma cidade pequena, todo mundo vê aquele cara surfando, treina junto com ele e acompanha a sua carreira de atleta. Eu tive a oportunidade de ver de perto o Tadeu Pereira que entrou para o WCT em 94”.

Das praias, ele confessa que a sua preferida é a Vermelhinha do Centro. “É perto de casa, é uma onda rápida, forte e tubular para a direita, além de quebrar perto da areia”, explica. Com as opções que tem em sua cidade, ele sabe aproveitar o potencial de cada uma. “Também vou muito para a Praia Grande, que é ótima para colocar uma pranchinha no pé. Não tem outra praia melhor. É uma onda muito longa, excelente para manobrar”.

“Temos muita onda de qualidade em Ubatuba. Direita, esquerda, mais gorda, mais buraco, o litoral oferece bastantes oportunidades de estar treinando em diversos picos. Fora Itamambuca que tem uma direita perfeita. A praia do Félix oferece também uma onda tubular muito boa, além de alguns picos secretos”, conta o surfista.

Além de Renato Galvão, outros atletas completam a equipe de surf da South to South. Entre eles estão: Alemão de Maresias (big rider e free surf Pro); Emerson Piai (Pro); Lucinei Malas (Pro); Yagê Araújo (Amador); Aline (Longboard); Luiz Saraiva, Guilherme Ribeiro e Anjinho (freesurfers). Saiba mais da South to South visitando o site: www.southtosouth.com.br

fevereiro 1st, 2008

Hibiscus - A flor do Havaí

As variedades de hibiscus havaianos são centenas, uma mais linda do que a outra.

Existe até mesmo um site carioca de uma flora especializada em hibiscos, associada ao The American Hibiscus Society, que tem todas as 512 espécies híbridas registradas.

No Havaí, é símbolo nacional. Lá, a espécie mais comum é a vermelha, Sassi. As havaianas usam a flor na orelha direita quando são comprometidas e na esquerda quando estão disponíveis – quem viu Lilo e Stitch deve lembrar das flores que estampam o vestido da menina…

Diz a lenda que na década de 40, durante a II Guerra, os soldados americanos que estavam no Havaí, encantados com a beleza da flor, iniciaram cruzamentos das espécies nativas locais e deram origem às 500 da Hibiscus Society. Mas no Havaí existem mais de cinco mil variedades.

Outra coisa, é que o hibisco faz parte da gastronomia de muitos países. Em Gâmbia, usam-se as folhas pra fazer um chá. No Ocidente, naturalistas usam as fores para fazer um chá adoçado que serve de base para uma gelatina. E tem até receita que usa pétalas de hibisco.

As flores também servem de alimentação para iguanas e jabutis.

O hibisco, ao que relata o Google, representa a beleza delicada, a virtude e sugere às pessoas que se agarrem à sua boa sorte.

Aqui no Brasil, o hibisco é conhecido também como graxa de soldado, porque soldados e estudantes do começo do século (naquela época os jovens não usavam tênis) usavam as folhas para lustrar os sapatos. Dizem que dava um brilho magnífico…

hibiscus.jpg

• texto retirado do blog ‘olhar sem compromisso’: http://leout.blogspot.com/2007/02/hibisco-d-e-um-tempo-para-c-cismei-com.html