Quem sou eu

Nome: Maluia Kelemi
Idade: 25 anos
Local: Vivo na ilha de Maui, no Hawaii.

Neste blog vou colocar algumas coisas sobre a ilha, surfe, Havaí, curiosidades, entre outros. Seja BEM-VINDO!


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HALEAKALA parque nacional, Maui

HALEAKALA parque nacional, MauiHaleakala National Park é o lar de Haleakala Crater, um vulcão não ativo.É o pico mais alto deMaui. A subida superior a 10000 pés acima do nível do mar, Haleakala’s tem graciosa encostas pode ser visto  de qualquer ponto da ilha. Haleakala significa “Casa do sol” em havaiano, e lenda que ele tem o semideus Maui.

O parque em si abrange uma gama de ambientes naturais. Pode-se viajar em cima dos picos mais altos do Haleakala Cratera e andar acima das nuvens ou você pode caminhar por paisagens coloridas, desolados desertos. Como o parque estende para fora da costa mais próxima ao nível do mar, você pode até mesmo visitar luxuriantes zonas tropicais cheio de cachoeiras e riachos.

Muitos visitantes e habitantes locais acordam cedo para se dirigir até Haleakala Crater para assistir ao nascer do sol. Em uma clara manhã, ver o nascer do sol a partir da cimeira de Haleakala é uma experiência inesquecível. Talvez tão espetaculares são Haleakala’s  ao pôr-do-sol brilhante, céu estrelado revelados durante a noite.

Você pode explorar Haleakala em seu próprio ritmo, de carro, bicicleta ou a pé. A longa estrada sinuosa Haleakala National Park, leva-se algum tempo para subir, mas vale a pena o esforço. Existem numerosas trilhas que oferecem vistas cênicas. Esta é uma das mais populares atracções turísticas de Maui.

Sede Central Park visitantes:
7000 metros acima do nível do mar, a Sede Central Park é a sua primeira parada. Este é o local perfeito para aprender sobre este extenso parque.

Haleakala visitante Center:
Em 9740 pés, o Haleakala Center é o melhor lugar para assistir ao nascer do sol Haleakala.

Kipahulu visitante Center:
Hana passe para aceder ao litoral Kipahulu visitante Center. Nesta imensidão se encontra uma bela pools de Oheo Gulch.

FACTOS RÁPIDOS
Nome: Haleakala National Park

O que é isso:
Scenic National Park, casa-de Haleakala Crater, o maior vulcão extinto na terra.

O que fazer:
Scenic drive, caminhadas, passeios bicicleta, descobrir plantas raras como o silversword, fotos maravilhosas, e pôr-do-sol memorável

O que levar:
Casaco, calças, cobertor, tênis para caminhada, alimentos, água, o tanque cheio de gasolina, protetor solar, máquina fotográfica. Não existe nenhum alimento ou gasolina no parque. Então, vá preparado. :)

As condições meteorológicas podem variar drásticamente,por isso leve roupas quentes e arejadas.

Direcções, horários e preços:
http://www.nps.gov/hale/index.htm


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Um gosto de lua

Um gosto de lua Hawaii

No topo do Haleakalã, a mais de três mil metros de altitude, turistas do mundo inteiro, mais de um milhão por ano, juntam-se enrolados em cobertores, tremendo sob temperaturas próximas a zero. Esse é um programa que começa às duas da manhã, porque só a subida do vulcão leva mais de duas horas. E é preciso chegar a tempo de ainda ver o mundo escuro, para então acompanhar o nascer do sol, que vai revelando pedras porosas, terras negras e crateras.  

 

O cenário lembra a tal ponto a paisagem lunar que já foi usado para treinaento de astronautas. A vista tira o fôlego e, enquanto o sol ganha o céu, é impossível não pensar no semi-deus Maui travando sua batalha com o astro. Segundo a tradição havaiana, para que sua mãe tivesse mais tempo para completar as tarefas diárias, Maui enlaçou os raios solares até que a grande bola de fogo prometesse caminhar mais lentamente -uma bela explicação para o fato de a ilha de Maui, segundo seus moradores, ter mais horas de sol do que qualquer outro lugar do planeta.

 Mas além de sol, Maui tem vento -e muito: 300 dias por ano. É um vento que não incomoda quem está se refestelando na praia, fazendo trilha, praticando ski aquático, e que ao mesmo tempo sopra as velas coloridas da capital do windsurf. “A combinação aqui é imbatível: vento, águas mornas e ondas grandes”, diz o chileno Luis Banto, 30 anos, três vezes campeão sul-americano desse esporte e há cinco anos um feliz morador da ilha. Luis chegou para treinar e acabou ficando.  

Afastado do circuito profissional, ganha a vida como instrutor de windsurf na praia de Kaanapali -antigo playground dos reis havaianos, agora forrada de hotéis de luxo que oferecem até massagem à beira-mar. Enquanto o windsurf est

á espalhado em toda Maui, assim como o mergulho e o snorkling, o surfe aqui se concentra na cidade de Pa’ia, adotada também pelos hippies. Gavin Campbell, 23 anos, vende artigos de surfe numa lojinha de Pa’ia. Ele nasceu e cresceu no Havaí, e reluta em abandonar as ilhas pelo continente, como fazem muitos jovens em busca de melhores empregos. 

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Gavin surfa antes e depois do trabalho (que o ocupa das 9h às 17h) e aluga um quarto por US$ 500 numa área considerada barata. É em Kahului, no centro de Maui, que vive a maior parte da população, em prédios de seis andares, entre poucas árvores e muito asfalto -outro planeta quando se compara esta área a Wailea, o endereço dos resorts exclusivos da ilha. O rapaz vive do salário de cada mês, sem guardar nada, mas diz que não troca a vida que leva por nenhuma outra. “O Havaí é muito caro porque é voltado para os turistas”, ele reconhece. “Mas aqui você paga também pela vista e pelo estilo de vida”, completa, resumindo o pior e o melhor das ilhas de água doce. 

 Na terra e no mar 

Dois amantes queriam se casar. Os pais proibiram. O rapaz foi mandado para as montanhas; a moça, para o oceano. Em seu último encontro, eles partiram uma flor ao meio, cada qual levando uma metade consigo. É assim que os havaianos explicam a origem da Naupaka, uma flor branca pequenina, que realmente parece cortada ao meio: são quatro pétalas, de um lado só, e a metade de um miolo. A flor existe na terra e no mar. As lendas havaianas que ainda sobrevivem foram passadas de geração a geração através da hula -”poesia em movimento”, como define Kamika Nakanelua, 33 anos, recepcionista de hotel em Kaanapali e estudioso das tradições de seu povo. “Os havaianos não tinham língua escrita, então a música e a dança eram a forma de passar a história para os mais novos”, explica, lembrando que, em suas origens, a hula era dançado apenas por homens -dedicados a uma vida de disciplina e estudo para aprender os aspectos físicos e espirituais dessa tradição. 

 A hula quase desapareceu no início do século passado, com a chegada dos missionários britânicos que vieram colonizar as ilhas, depois de o capitão inglês James Cook descobrir o Havaí para o Ocidente, em 1778. “Os missionários acharam que era uma dança diabólica”, conta Leinaala Kuloloio, gerente do mais famoso luau de Maui, “The Old Lahaina”. Lahaina é a parte histórica de Maui, antiga capital da monarquia havaiana. Hoje é o centro das artes, dos restaurantes e dos luaus, as grandes festas celebradas na praia, misturando música, dança e muita comida. “Antigamente um luau durava semanas e as pessoas dançavam até cair”, diz Leinaala.  

 Amanhecer na praia de Waikiki

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As celebrações atuais duram poucas horas, começando com o pôr-do-sol, mas as receitas tradicionais ainda são servidas: como o “poi” (uma espécie de pirão feito da raiz da planta chamada “taro”, absolutamente sem gosto) e o porco “Kalua” (assado num buraco cavado na terra, que vira uma espécie de forno natural). A hula e os luaus são dois dos aspectos mais visíveis do chamado “Renascimento Havaiano”, que começou na década de 70 e marca uma mudança na percepção da cultura local, abafada primeiro pelos ingleses e, depois, pelos americanos. “Foram 150 anos de escuridão”, define Audrey Elliott, nascida em Honolulu há 74 anos. 

 Na praia, ela ensina os turistas a fazer pássaros e flores com folhas de palmeiras, e conta que tem um nome havaiano, Aukelle, coisa rara entre os nativos de sua idade. “A cultura havaiana foi desprezada desde a chegada dos ingleses. Minha avó não podia falar havaiano na escola”, lembra. Ela confessa que também não fala a própria língua: “Antes ninguém queria aprender porque era uma língua que estava morrendo”. Mas hoje as tradições estão “mais fortes do que nunca”, segundo Kamika Nakanelua, que domina a língua e a escrita locais.  

Ele fala com orgulho das escolas bilíngues e da concorrência para entrar nelas -dominar inglês e havaiano virou sinônimo de bons empregos. Uma curiosidade: o alfabeto nativo tem só 12 letras, as cinco vogais mais H, K, L, M, N, P e W. A pouca diversidade dá origem a palavras enormes, repetições e espécies de soluços -como “humuhumunukunukuapua’a”, a maior palavra havaiana, que denomina um peixe pequeno. Kamika é parte do Hale Mua, grupo que há dois anos se dedica ao estudo das tradições havaianas. Um dia, ele vai tornar-se um “kumu” -professor. 

 Encostado numa palmeira, Kamika trança chapéus com as folhas da árvore. Aprendeu sua arte porque, quando pequeno, vivia se metendo em confusões. “Minha mãe disse: você precisa aprender alguma coisa que mantenha suas mãos e sua mente ocupadas”, conta. Ele não põe preço nas criações. “Quanto você quer pagar?”, pergunta. Uma americana loira paga US$ 10. Kamika explica que, para os havaianos, o dinheiro tem que ser dado, e não cobrado, para nunca faltar.

Fonte:marieclaire.globo.com/edic/ed104/rep_havai2.htm


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Pahu - Tambor - Som de Poder

 É instrumento de percussão e um símbolo sagrado de poder

Os havaianos descendem de antigos polinésios e sua rica cultura foi criada através de gerações no Havai. O Pahu, tambor havaiano, é feito de madeira e coberto com pele de tubarão. Usado desde tempos remotos, é um típico instrumento ritual e tradicional de musica e dança. A música por ele produzida representa os princípios fundamentais dos havaianos, a percepção do tempo e a sincronização da musica tradicional.

A presença física do pahu, representa nos dias atuais, a ligação com antigas tradições no Havai. O som preserva a histórica “literatura tradicional” do havai. O tambor, foi trazido do Tahiti para o Hawai por La’amaikahiki em torno de 1250 a.C. “sounding over the oceans”.

Pahu é conhecido no haiti e em outras partes da polinésia Central. Era o instrumento dos Ali’i (chefes) e usado nos templos (heiau) em rituais e na Hula Kapu (danças sagradas). Acredita-se que La’amaikahiki introduziu dois tipos de tambores no Havai. O grande Tambor - Pahu Heiau - usado nos rituais dos templos e o pequeno tambor de dança - Pahu Hula

Na tradicional literatura musical do pahu, o som produzido pelo tambor se chama Leo, “a voz”. A parte superior onde se bate chama-se Waha ou “boca”. Durante a prática de rituais ao ar livre nos templos, Pahu era o instrumento através do qual os deuses falavam através de Leo, “a voz”.

Corre ainda hoje por todas as ilhas, que as vozes do Palu Heiau são ouvidas em certas noites, nos restos arqueológicos dos templos. O tradicional Pahu é entalhado em uma única peça de madeira, geralmente de um coqueiro ou a árvore fruta-pão. A câmara de som está entre a bacia, coberta com pele de tubarão na parte superior, e na base entalhada em arcos na parte inferior. A membrana de pele de tubarão é amarrada por cordas entrelaçadas na base dos arcos.

imgO Pahu era usualmente batido com as duas mãos e para produzir sons mais fortes, eram usadas baquetas feitas de tiras de pele de tubarão chamadas Puniu ou Kilu ou pequenas varetas de madeira chamadas Ka. Pahu era feito com muito cuidado. cada etapa da construção, era acompanhado por cantos e preces especiais.

Acreditava-se que o poder das preces uniria a pele de tubarão à madeira e as amarras para sempre. A membrana da pele de tubarão que o cobria, era esticada e amarrada com cordas trançadas de tiras de pele de tubarão chamadas de Aha. Estas tiras eram presas entre arcos esculpidos na base. As linhas dos arcos invertidos escavados na base Hoaka simboliza a figura humana com os braços estendidos acima da cabeça. é uma visão poética que representa o homem sob a sombra dos deuses.

Era dado ao Pahu nomes próprios, passados de geração em geração. Pahu era considerado um objeto de Mana (poder) e Kapu (santidade). produzia sons que carregavam o conhecimento de gerações de allí’i (chefes) e Kahunas .

Pahu Heiau era batido por um Kahuna dentro do Heiau, sinalizando as atividades de um conjunto de cerimônias. podia significar o nascimento de um chefe, acompanhado de preces e ritos dos Kahunas e Alli’i. Palu Hula era também usado por Alli’i ou seus representantes, a fim de acompanhar os movimentos da Hula Kapu.

Provavelmente chamava-se Haá, o termo mais apropriado para os movimentos da dança. Em 1819, houve a queeda da religião tradicional e da abolição do sistema Kapu havaiano. adotou-se o cristianismo introduzido pelos missionários da Nova inglaterra. Em 1820, o papel teatral de pahu foi gradualmente trasnferido para acompanhar Hula’auana (dança popular). Remanescente do kapu, o ciclo do aprendizado da dança continuou. Depois de 1820, palu Heiau não era mais usado abertamente, mas em menor escala ou ocultamente.

Com a proximidade do século XX, as tradições musicais e de dança, exceto de palu hula, desapareceram.

fonte:http://www.xamanismo.com.br/Teia/SubTeia1192456288It006


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A língua Havaiana

O havaiano (havaiano: ‘Ōlelo Hawai’i) é a língua ancestral do povo indígena das ilhas do Havai, os havaianos, um povo polinésio. O havaiano, junto com o inglês, é uma língua oficial no estado do Havai. É digna de nota por possuir um pequeno inventário de fonemas (ver o alfabeto havaiano, abaixo), como muitas das suas primas polinésias. Digno de especial nota é o facto de que originalmente não distinguia entre /t/ e /k/; há poucas línguas desprovidas dessa distinção. Uma pronúncia /t/ desse fonema era comum na extremidade Kauai da cadeia de ilhas, e uma pronúncia /k/ na extremidade oposta (ilha de Havai). Depois de Kamehameha, o Grande, natural da ilha de Havai, ter conquistado todas as ilhas, a pronúncia /k/ venceu a pronúncia /t/, embora esta se mantenha em Niihau.

Alfabeto havaiano

O alfabeto havaiano, chamado ka pī‘āpā Hawai‘i em havaiano, é uma variação do alfabeto latino criada no século XIX e usada para escrever na língua havaiana. Compõe-se de 12 letras e um símbolo, o que o torna um dos alfabetos mais curtos do mundo (o alfabeto rotokas tem uma letra a menos; a língua pirahã, duas a menos). É composto das consoantes /p/, /k/, /‘/ ou /’/ (oclusão glótica ou ‘okina), /m/, /n/, /w/ (às vezes escrito como/v/), /l/, /h/, e as vogais /a/, /e/, /i/, /o/, /u/. O macron, chamado kahakō em havaiano, usado com vogais, marca uma vogal longa. Ao contrário da crença popular, ele não indica o acento tônico, embora, de acordo com as regras para determinar o acento tônico em havaiano, uma sílaba com uma vogal longa seja sempre tônica. Longa ou curta, a pronúncia das vogais não se modifica.

Fonte: Wikipédia


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Conheça Honolulu!

Honolulu é a maior cidade e capital do Estado americano de Havaí, bem como um dos quatro condados do Estado, ocupando toda a ilha de Oahu.

A cidade possui um clima tropical, com altas temperaturas mesmo no ápice do inverno, entre janeiro e fevereiro, os meses mais frios da cidade. No inverno, as temperaturas chegam aos 27°C ao dia e raramente são inferiores de 20°C à noite.

Honolulu é uma cidade que chove pouco, principalmente no verão. Apesar de ter muita água evaporada, há várias correntes marítimas em suas proximidades, que levam as nuvens carregadas para o oceano.

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É uma das cidades mais procuradas pelos turistas pela sua areia branquíssima e  clima tropical.


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Hawaii Wedding: Um belo local para um inesquecível início

O Havaí, com a sua beleza, exotismo, natureza e paisagem romântica, sempre foi um local muito popular, não só para casamentos, mas também para renovar votos e luas-de-mel. Esta tendência de destino casamentos continuou a crescer com um número cada vez maior de jovens que procuram a mais diferente experiência em uma casamento. Selecionar um local para uma casamento havaiano pode muitas vezes ser difícil de fazer. Algumas pessoas gostam da idéia de locais remotos, enquanto outros preferem resorts para o seu evento especial. Um casamento remoto significa privacidade, mas também pode significar dificuldades para viajar para seus convidados.

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Ter um casamento em um resort, por outro lado, é bem mais simples. Com vários resorts oferecendo todas mordomias - inclusive pacotes de casamento - que cuidará dos acordos para você. Por outro lado, um “casamento resort” significa menos privacidade. Mais jovens estão tirando vantagem de um casamento no Pacote Kauai. Kauai é a quarta maior ilha havaiana e talvez a mais bonita, com montanhas centrais, grandes cachoeiras, praias e que qualquer outro lugar no Havaí.

Noivas geralmente usam vestidos leves, menores em comprimento. Já os noivos frequentemente usam calças com camisas havaianas. Tanto pode ir descalços ou calçando simples sandálias. As flores são facilmente disponíveis, com muitas variedades tropicais para escolher.

O officiant normalmente é um não-denominacional profissional, em vez de um padre ou pastor associado a uma determinada igreja. A praia havaiana para o casamento é extremamente
bonita, mas a recepção de um Hawaii resort é único no seu gênero. Muitos recém-casados costumam transformar sua recepção em um tradicional luau havaiano, que caracteriza principalmente torrados suínos e a tradicional dança da hula. Música num luau não importa - solos de ukuleles, violões, harpas, instrumentos de percussão: tudo é bem-vindo. Bem como, tendo o evento na praia permite uma romântica fogueira e danças típicas.

Embora existam muitas opções quando planejar um casamento, todos casais devem consultar uma agência de turismo e pesquisar bastante a respeito antes de tomar a decisão. No belo estado do Havaí muitos profissionais planejadores de casamento estão prontos a ajudar jovens provenientes de fora do estado plano Hawaii na sua festa casamento. Esses profissionais irão ajudar no planejamento, cuidar da maioria dos detalhes, e faça o seu casamento dos sonhos no Hawaii virar realidade.

Fonte: http://portuguese.articlespublish.com/casamento/

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Arroz Havaiano

Ingredientes

arroz-havaiano.jpg½ colher (chá) de salarroz-havaiano.jpgarroz-havaiano.jpg
2 xícaras (chá) de água
2 colheres (sopa) de manteiga
½ xícara (chá) de cebola processada
¾ xícara (chá) de pimentão vermelho processado
2 xícaras (chá) de polpa de abacaxi fresco
1&8531; xícaras (chá) de presunto processado
1 lata de ervilhas
1 colher (sopa) de molho de soja
1 colher (chá) de gengibre processado
Folhas de espinafre
Tiras de pimentão vermelho para decorar

Modo de Preparo

Unte uma forma de buraco no meio.
Numa panela prepare o arroz com sal e água.
Em outra panela derreta a manteiga, acrescente a cebola e cozinhe até ficar transparente. Acrescente o pimentão e o abacaxi e cozinhe mexendo até ficarem macias.
Transfira para um refratário, acrescente o presunto, as ervilhas, o arroz pronto, o molho de soja e o gengibre. Misture delicadamente. Coloque na fôrma, nivele a superfície e pressione.
Desenforme num prato forrado com folhas de espinafre e decore com tiras de pimentão.


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Vulcão de água

Trio de surfistas brasileiros enfrenta no Havaí as maiores e mais temidas ondas do mundo.

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A explosão de jaws em Maui: volume de água igual
ao de cinco piscinas olímpicas

A Ilha de Maui, no Havaí, é o paraíso dos surfistas malucos por ondas gigantes. Ali se formam os maiores e mais perigosos vagalhões do mundo. Passam dos 15 metros, a altura de um prédio de cinco andares, e despejam 10 milhões de litros de água, volume equivalente ao de cinco piscinas olímpicas. Os nativos batizaram as ondulações de jaws (mandíbulas, em inglês). Parecem mesmo enormes bocas de espuma engolindo tudo que encontram pela frente. Cair da prancha em jaws, ou tomar um “caldo”, como dizem os praticantes do esporte, significa afundar na água à força e ter de segurar o fôlego por mais de um minuto até voltar à tona. Há quatro anos, o local começou a ser explorado por surfistas experimentados da região. Apenas pessoas muito bem preparadas têm permissão para surfar em Maui e há sempre uma frota de jet-skis dando cobertura aos surfistas. Só por isso as ondas mais bravas do mundo nunca causaram nenhum acidente fatal. Há duas semanas, um grupo de brasileiros teve acesso à barreira líquida pela primeira vez. Todos sobreviveram. “Foi como manobrar a prancha em frente de uma manada de búfalos”, definiu Romeu Bruno Filho, 34 anos.

Romeu e seu companheiro de aventura Alfredo Villas-Boas, 32 anos, moram no Havaí, onde trabalham como salva-vidas. O terceiro era João Pedro Simonsen, 32 anos, surfista de São Paulo. Os três passaram por uma preparação que incluía mergulhos no mar carregando pedras de 20 quilos. O objetivo era ganhar fôlego para escapar com vida de um “caldo”. Para chegar ao ponto de pegar as ondas, foram rebocados por jet-skis. Utilizavam pranchas mais curtas, estreitas e pesadas do que as convencionais. Com velocidade de até 60 quilômetros por hora, subiram, desceram e deslizaram em meio ao turbilhão. “Cheguei a cair da prancha; por sorte, era uma onda pequena para os padrões locais”, conta João Simonsen. As ondas de Maui se formam em tempestades no alto-mar do Pacífico Norte, nas costas do Japão, a milhares de quilômetros do Havaí. Empurradas pelo vento e sem uma massa de terra para barrar seu caminho, elas arrebentam na ilha com violência. Como o mar é raso na região, a propagação das ondas para baixo tromba com seu fundo. Assim, toda a sua energia é catapultada para cima, como num vulcão aquático.

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Matéria retirada do site http://veja.abril.com.br/270199/p_062.html

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Sandwich

sandwich.jpgSituadas no meio do Oceano Pacífico as oito ilhas do Hawaii; contaram durante séculos com a distância, para manter-se praticamente isoladas de outras civilizações. Séculos atrás os primeiros habitantes das ilhas, os polinésios, cruzaram milhas e milhas do Pacífico provavelmente vindos do Tahiti. Os europeus só chegaram em 18 de janeiro de 1778, quando o Capitão Cook tomou posse das terras em nome da Coroa Britânica.

Batizaram-nas com o nome de Sandwich, em homenagem ao Lorde John Montagu Sandwich o quarto conde da família e primeiro almirante. Milionário e inveterado jogador. Para ficar mais tempo à mesa de jogo, Sandwinch costumava mandar seus empregados rechearem fatias de pão com carnes e molhos onde servia-se durante os seus intermináveis carteados. A rápida refeição popularizou-se e hoje confunde-se o seu nome com o do seu criador.

Todas as ilhas havaianas foram geradas por vulcões, sendo que a mais jovem delas, Big Island, continua crescendo graças as constantes erupções do Kilauea. Desde 1983, calcula-se que mais de 30 hectares foram acrescentados ao território da ilha pela lava vulcânica.


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Jack Johnson

yeskyhits_jackjohnsona.jpgJack Hody Johnson nasceu em Honolulu, Havaí, 18 de maio de 1975 e cresceu na Baía Norte de Oahu, Havaí, aprendeu a tocar violão aos 14 anos de idade, começou tocando músicas do Metallica (One) e de Cat Stevens (Father and Son). Antes de lançar o álbum Brushfire Fairytales fazia filmes de surf.

Jack se aproximou mais da música aos 17 anos, quando ao participar de uma competição de surfe, sofreu um acidente que o deixou 90 dias parado. Durante esse período começou a compor influenciado por ídolos como Bob Marley.

Foi estudar cinema na Califórnia aos 18 anos, não queria ser um profissional do surfe, por isso decidiu estudar cinema, idéia que lhe rendeu um documentário (Thicker than water), dirigido por Jack, gravado a partir de uma aventura ao redor do mundo com amigos, documentário aquele que em 1997 ganhou o título de documentário do ano pela revista Surfer.

Jack Johnson ainda fez mais 2 documentários, ambos também sobre surf: A Broken down Melody e September Sessions. O próprio Jack compôs as trilhas sonoras dos documentários. Incentivado por amigos como Ben Harper, Jack Johnson gravou seu primeiro CD, ‘Brushfire Fairytales’ em 2001. Em 2003, lançou seu segundo CD, ‘On And On’. Em 2005, Jack Johnson alcançou o topo de sua carreira com o lançamento de seu terceiro CD, ‘In Between Dreams’, onde conquistou o 2° lugar no Top 200 da revista Billboard.

In Between Dreams e todos os discos posteriores foram gravados nao mais pela universal Records, mais pela sua própia gravadora, A Brushfire Records gravando cd’s de varios amigos como Matt Costa, G.Love e Ben Harper.

Em 2006 Jack Johnson lançou seu quarto CD, “Sing-A-longs and Lullabies for the film: Curious George”. O CD é a trilha sonora do filme de animação ‘Curious George’, na qual Jack compôs. O CD tem participação de amigos, como Ben Harper, Matt Costa e G. Love. A música que tem feito mais sucesso se chama “Upside Down”.

No dia 4 de Fevereiro de 2008 Jack Johnson lançou o quinto cd de sua carreira, Sleep Through The Static que será um disco de musicas dedicadas especilmente a família e amigos mais próximos.

Atualmente, toca junto com Adam Topol e Merlo.

Sua música é influenciada por artistas como Nick Drake, The Beatles, Rolling Stones, Sex Pistols,Jimi Hendrix, Tribe Called Quest, Bob Dylan, Ben Harper, Radiohead, G. Love and Special Sauce, Otis Redding, Neil Young, Bob Marley, Tom Curren, Kurosawa, Sublime e outros.

Site oficia:www.jackjohnsonmusic.com

Fonte:wikipédia


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